domingo, 29 de dezembro de 2013

Tire dúvidas de como lavar o seu carro

Sol e sabão podem provocar manchas na carroceria.
Motor deve ser lavado uma vez por ano.


Manter o carro limpo não só mostra o cuidado que você tem com o seu carro, mas também é a melhor maneira de evitar danos que a sujeira pode desenvolver. Para deixar o automóvel brilhando e protegido, porém, é preciso seguir alguns passos para que essa operação seja bem sucedida. 

Você não deve lavar o carro sob o sol nem com a carroceria quente. Esse cuidado serve para evitar que o sabão seque e cause manchas na pintura. Depois, durante a lavagem, deixe o carro sempre molhado - mas não exagere no volume, evite o desperdício de água. 

Comece a ensaboar a carroceria. Faça isso por partes. Por exemplo, comece pela frente. Lave e enxágüe. Depois faça isso com uma lateral, depois a traseira e assim por diante. O cuidado é não tentar lavar o carro todo de uma só vez. A dica também é sempre fazer a lavagem de cima para baixo. 
saiba mais

O ideal é fazer a lavagem com xampu específico para a linha automotiva. Na falta de um xampu apropriado, use sabão neutro. Evite os detergentes domésticos, muitos contam fórmula abrasiva e podem provocar manchas ou mesmo danificar a camada de verniz da pintura. 

Rodas e pneus devem ser limpos com outro pano ou escova. Se as rodas tiverem pintura especial use uma escova com cerdas macias. Lembre-se de enxaguar bem, tanto a lataria quanto as rodas. 

Depois de limpo, seque o carro com um pano. A secagem deixa o carro com brilho e evita manchas também. Lembre-se de usar um pano macio que não solte fiapos.

Interior do veículo


Não pode se esquecer da parte interna. Um aspirador portátil contribui para uma boa limpeza. Não esqueça as dobradiças e também as partes internas das portas, que acumulam bastante sujeira. Se o carro tiver tapetes de borracha o ideal e remove-los e lavar mesmo, com bucha e sabão. Evite usar aqueles líquidos brilhantes, como se fosse “pretinho”, pois acumulam muita poeira e no final mais atrapalham que ajudam. 

Produtos com álcool também ressecam as peças de plástico. Na hora deixam o interior com aspecto bonito, como se fosse novo, mas alguns dias depois acumulam sujeira no painel e nas laterais da porta. O melhor é um pano limpo e úmido. E muita vontade para limpar os cantos, locais sempre desprezados. 

Lembre-se dos vidros também. O ideal é a cada lavagem também passar um pano limpo e macio. Se tiver algum produto do tipo “limpa vidros” é melhor ainda, mas um pano umedecido de água já resolve. Depois utilize um pano seco. Uma boa dica é passar jornal amassado. Limpa e ainda dá brilho. Se o vidro traseiro tiver desembaçador., não utilize produtos químicos nem esfregue com força para não danificar os filamentos elétricos. 

O correto é não usar óleos e querosene na lavagem, mas se o carro tiver resíduos de asfalto ou piche, não se deve deixar muito tempo impregnado na carroceria. Utilize um pano embebido de querosene e esfregue a área afetada com o piche. Mas sem fazer força. O importante é não deixar o querosene secar. Logo que a sujeira tiver sido removida enxágue bem a área e em seguida passe sabão neutro para retirar os resíduos. Enxágue novamente.


Lavagem do motor


O motor também requer cuidados. O ideal é não lavar muitas vezes, uma vez ao ano está de bom tamanho. Antes de tudo, evite jogar água quando o motor ainda estiver quente. Na hora da lavagem não use produtos químicos e derivados de petróleo, pois esses agentes químicos podem corroer as peças de borracha do motor e também afetar o sistema elétrico. É importante nunca usar água sob pressão, pois pode comprometer sensores e componentes elétricos e eletrônicos. 
Com essas dicas você vai manter seu carro sempre com bom aspecto e também em ordem, o que deixa um passeio muito mais prazeroso e agradável. 

Novo Siena EL, mais atual e rico em conteúdo


Reconhecido pela sua excelente participação de mercado, o Fiat Siena EL, a versão de entrada do modelo, chega ao mercado oferecendo aos consumidores um carro moderno, confortável, com design atual e atraente, rico em conteúdo, e preço mais acessível na faixa de entrada do segmento. Disponível nas versões EL 1.0 e EL 1.4, a linha recebeu novo para-choque dianteiro em ambas as versões, novas rodas de liga leve e calotas com design mais atuais. Internamente, destaque para os bancos com revestimento em novo tecido, novo volante de três raios, porta-objetos, bolsas porta-revistas no encosto dos bancos dianteiros, porta-óculos e porta-objetos móvel tipo “copinho”.

A parte central do painel também foi revista, assim como o quadro de instrumentos com fundo preto que dispõe de: velocímetro, conta-giros, marcador de temperatura da água e display com relógio, trip computer, My Car Fiat e indicador de nível de combustível. O sistema de som também apresenta novidades e pode ser composto por novos rádios CD/MP3 e CD/MP3/Connect com porta USB e conexão para iPod e Bluetooth. Ganhou também nova arquitetura elétrica, e os bancos receberam uma estrutura que facilita sua regulagem na movimentação longitudinal. Para maior conforto do motorista o EL vem com apoio para o pé.

Externamente, o modelo se destaca pela grade frontal com acabamento cromado, para-choques e minissaias laterais na cor do veículo, mais maçanetas e retrovisores externos na cor preta. Bem equipado, também estão em sua lista de série: alertas de limite de velocidade e manutenção programada, comando interno de abertura do porta-malas e da tampa do tanque do combustível, Follow me home, desembaçador do vidro traseiro temporizado, revestimento porta-malas completo, tomada 12V, entre outros itens.

O Siena EL pode vir com motor Fire 1.0 Flex com potência de 73 cv (gasolina) e 75 cv (etanol) e torque de 9,5 kgfm (gasolina) e 9,9 kgfm (etanol); ou o propulsor Fire 1.4 HP Flex, com potência de 85 cv (gasolina) e 86 cv (etanol) e torque de 12,4 kgfm (gasolina) e 12,5 kgfm (etanol).

Com uma lista bastante completa para a sua categoria, o consumidor tem ainda a opção dos seguintes equipamentos: HSD (High Safety Drive – air bag duplo mais freios ABS com EBD), ar-condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos com one touch e antiesmagamento, vidros elétricos dianteiros e traseiros com one touch, travas e retrovisores externos elétricos, rádio Connect CD MP3/WMA integrado ao painel com RDS, viva-voz, Bluetooth®, entrada USB, rodas de liga leve e faróis de neblina.

História do Siena

O Siena é a versão sedã do Fiat Palio. É fabricado pela Fiat no Brasil, Argentina, Índia, Turquia, África do Sul, China e Vietnã, além de ser produzido sob licença em Nampo, Coreia do Norte, com o nome de Pyongwa Hwiparam.




Primeira Geração

Primeira Carroceria
O Fiat Siena foi apresentado em junho de 1997 na Argentina. Começou a ser produzido na planta industrial de Córdoba, que dividia operações com a Peugeot desde 1980. As primeiras versões disponíveis no mercado brasileiro eram as EL — de acabamento simples, e que podia vir equipada com motor 1.6, 8 ou 16 válvulas, com potência de 82 ou 106cv — e a HL, luxuosa e com o motor 16V de série.
Ao contrário dos outros modelos da família Palio, o estilo da primeira geração, projetada pelo estúdio I.DE.A, não agradou o mercado. A traseira baixa e de desenho liso demais (classificada de "inexpressiva" pela imprensa especializada) não ajudava a alavancar as vendas.
Com o aumento pela demanda de pequenos sedãs equipados com motor 1.0 no Brasil, no início de 1998 a Fiat apresentou o Siena 6 Marchas, equipado com o motor Fiasa 1.0 8V de 61cv e o câmbio de 6 marchas, com escalonamento das marchas mais curto que a versão de cinco velocidades que equipava o hatch. O acabamento era simples, os para-choques não recebiam pintura e as rodas eram aro 13. Em junho do mesmo ano, o motor 1.6 8V recebia injeção multiponto, elevando sua potência para 92cv.

Segunda Carroceria
Assim como Palio, a primeira reestilização do modelo foi feita pela ItalDesign, estúdio do renomado estilista Giorgetto Giurgiaro, no ano de 2001. Os faróis e a grade dianteira estavam mais estreitos e retangulares, e o capô tinha vincos acentuados. Na traseira, elegantes lanternas retangulares e a placa de identificação na tampa do porta-malas deixaram o desenho muito mais elegante, e o mercado respondeu prontamente com um significativo aumento das vendas do modelo. Os motores disponíveis eram os Fire 1.0 8V de 55cv, o Fire 1.0 16V com 70cv, o Fire 1.3 16V de 80cv, o 1.5 8V a Álcool (no Brasil) 8V de 77cv e o 1.6 16V de 106cv. A antiga versão equipada com câmbio de seis marchas foi descontinuada no ano anterior.
Em 2002, alguns mercados substituíam o Siena por uma versão com entre eixos alongado, traseira mais baixa com lanternas estreitas, chamada de Albea. Já no Brasil, em 2003, aproveitando um acordo de fornecimento de motores com a General Motors, o motor 1.6 16V, que sofria com os altos preços de importação da Itália, era substituído por um 1.8 8V de 103cv.

Terceira Carroceria
Novamente o estúdio ItalDesign foi chamado para reestilizar o modelo, que recebeu os faróis de formato irregular do hatchback e elegantes lanternas traseiras horizontais. Apesar de manter basicamente as mesmas linhas desde 1996, o resultado final agradou ao público e à imprensa especializada. O painel tinha novo desenho e seu acabamento interno era de melhor qualidade em relação aos das gerações anteriores. Uma versão com o estilo da 2° geração, motor 1.0 e acabamento básico, chamada de Fire, permaneceu como versão de entrada do modelo até julho de 2006, quando recebeu o estilo atual. Os motores disponíveis eram os 1.0, 1.3 Flex e 1.8, com 65, 71 e 103 cavalos, respectivamente. Em 2005 o motor 1.3 deu lugar ao 1.4 Flex de 80cv, e em 2006 o modelo foi o primeiro carro brasileiro que podia ser abastecido com álcool, gasolina, gás e nafta (gasolina sem a adição de álcool obrigatória na gasolina brasileira).

Quarta Carroceria
No dia 30 de novembro de 2007 a Fiat apresentou o novo Siena G4. A Fiat tentou diferenciá-lo do Palio com faróis bi parábolas, grade e para-choques dianteiros diferentes dos do modelo hatch; a traseira lembra a do Alfa Romeo 159; o motor 1.0 passou de 65cv (G) ou 66cv (A) para 73cv (G) ou 75cv (A). O 1.4 também foi melhorado e passou de 80cv (G) ou 81cv (A) para 85cv (G) ou 86cv (A). A motorização 1.8 de origem GM não teve mudanças.
No final de 2006, a Fiat do Brasil anunciou uma versão do Siena equipada com motor capaz de funcionar com quatro combustíveis diferentes. O Siena Tetrafuel pode ser abastecido com gasolina pura, gasolina brasileira (com até 25% de álcool), álcool e GNV, puros ou misturados.
O sistema GNV já vem instalado de fábrica, com a vantagem de estar incorporado ao sistema de injeção eletrônica, o que permite o uso de combustíveis líquidos (gasolina ou álcool) simultaneamente com o GNV da seguinte forma: utiliza-se o combustível líquido quando o carro necessita de força, e o GNV para manter a aceleração, economizando o combustível líquido (mais caro) quando necessário, com a vantagem de se manter a potência do motor.
Coisa comum nos primeiros veículos que foram convertidos para GNV, problema que normalmente é corrigido acelerando as rotações do motor por meio de um "compensador de potência".

Segunda Geração - Fiat Grand Siena

A segunda geração do Siena foi planejada em meados de 2010, com total remodelação da carroceria, com entre eixos maiores, novas frente e traseira, diferenciando-se do hatch que lhe deu origem. Em um teste de rotina da fábrica, um protótipo foi flagrado na Rodovia Fernão Dias, com carroceria camuflada em preto-e-branco numa velocidade estimada em 200 Km/h, semanas depois, vazou fotos da sua nova carroceria. A nova geração é chamada de Fiat Grand Siena devido a flagras dos veículos "pré-série", onde aparecem com pouca camuflagem. Foram flagrados algumas unidades sem camuflagem no pátio da montadora, mostrando total remodelação da linha. No dia 22 de março de 2012, a montadora promoveu o veículo no programa Big Brother Brasil 12, dando dois carros aos participantes.